A DOIS

Ao longo de toda a história, as personagens deste romance dialogam contigo, querido leitor, quando não dialogam entre si. Fazes, inclusivé, parte da dedicatória e dos agradecimentos.

Amigos que te contam histórias, algumas engraçadas, outras interessantes e que te podem transportar a vários temas e perspectivas ou levar-te a encetar pesquisas por tua conta e risco.

Expõem, ainda, relações e sentimentos.

Bianca reencontra a sua grande paixão de adolescente, passados 30 anos.

Sam gosta de se deixar levar pelo vento e “assenta arraiais” em Portugal após uma relação amorosa querida, só que interrompida.

Ana e Miguel são pais dedicados que adoptam práticas comprovadas, mas não usuais em Portugal, na educação dos filhos.

E Durmont, o Escritor, partilha contigo o que o levou a contar-te a história. O fio condutor são as relações a dois.

Como diz M.C. Durmont no Pre & Pos fácio:

“A dois, isto é interessante. A dois é o que se passa entre um casal de amigos, de amantes, de irmãos, de pai e filho(a), mãe e filha(o), entre uma paisagem e tu, entre uma música e eu, entre um bichinho e o meu vizinho, entre um beija-flor e a sua flor, entre duas personagens… e entre tu e eu, leitor meu…

E isto não tem fim, porque a Vida assim o é, sem fim.

Então… este não será um livro onde aparece o The End como nos filmes.”

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Tópicos

Aqui estão alguns dos tópicos que surgem ao longo deste Livro

features

AMOR


Um amor perdido no tempo...
e reencontrado? Novos amores aussi...

features

AMIZADE


As personagens dialogam contigo, leitor meu, quando não o fazem entre si.
Amigos que te contam histórias... activos, divertidos e concretizadores de boas ideias.
E tranquilos, vá...

features

FILOSOFIA E CIÊNCIA


Diálogos que te transportam a variados temas e também a perspectivas filosóficas e científicas ou levam a encetar pesquisas.

features

LITERATURA


A personagem Durmont, o Escritor, partilha a sua biografia e teorias... algumas, ah, ah!
E vai-te contando das subtilezas literárias que elegeu para te contar a história.

features

DIVERTIMENTO


Uma história leve e divertida. Ou não.
Há uma ou outra tensão.
Para que te divirtas tanto a ler como me diverti
a escrever. E a ler. E a reler, ah, ah!

features

CELEBRAÇÃO


A dois. E a dois, mesmo que em grupo.
Celebram um momento, um ciclo, a Vida!
Diverti-me à brava a escrever a cena final,
que precisa do desenrolar da história para ser divertida.
Até porque este livro não tem o The End como nos filmes. E foi ao escrevê-la que pensei:
"Eu faria deste livro um musical!"

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Páginas

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Emoções

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Alegrias

Um livro not by the book, interessante e divertido

Era uma vez O Escritor, A Mãe, O Compositor, A Cientista, O Alternativo, A Romântica, A Mística e O Homem do Futuro

A Dois, o livro onde não aparece o The End como nos filmes!

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Excertos do Livro

    “A dois, isto é interessante. A dois é o que se passa entre um casal de amigos, de amantes, de irmãos, de pai e filho(a), mãe e filha(o), uma paisagem e tu, uma música e eu, um bichinho e o meu vizinho, um beija-flor e a sua flor, entre duas personagens… e entre tu e eu, leitor meu…

    E isto não terá fim…

    Então, este não é um livro onde aparece o The End como nos filmes.”
“Parêntesis, tenho uma teoria. Ups, não é minha, é de alguém que ouviu de alguém e que adorou e que me contou e afinal não é uma teoria, é uma espécie de citação ou de definição ou... bem, um dia contaram-me que alguém lhe deu a seguinte definição de segredo que tinha adorado: um segredo é aquilo que só contamos ao nosso melhor amigo.

Curioso, certo? Eu também acho…

…que esse amigo possa ter um outro melhor amigo…”
    “Ma che cosa... o que me havia de acontecer ao raiar dos sessenta! Nem nos meus sonhos mais idílicos!

    E porquê só agora? Porque não me procurou a Bianchita aos quarenta quando eu ainda era imortal?

    Estava eu aqui no meu canto, sem que nada de novo se desenhasse no horizonte, quando me aparece este raio de sol, assim do nada, via mensagem escrita, após trinta anos de absoluto silêncio.”

“Opina, Sam, porque me sinto frustrado, às vezes? Não será bem frustrado, sim com uma sensação de algures no mundo tudo estar a cair aos pedaços e eu não posso fazer nada? Ou tudo o que faça ou alguém faça, não resolve males de milénios? Guerras de milénios? Sofrimentos de milénios? Dores de milénios? Às vezes mesmo a dor de alguém perto de mim que posso ajudar a amenizar e não curar.”
    “Diz-me, Ana, consideras-te uma pessoa romântica?

    Considero. Considero também que há vários graus de romantismo. O meu tem que combinar com o meu lado prático, ah, ah! Por exemplo, levarem-me o pequeno almoço à cama não combina com o meu lado prático.”
“E o meu pai é engraçado, ah, ah!
E despassarado. Histórias e histórias de cenas que não te passam pela cabeça.
(...)
Vou contar. Só duas.
Uma da brincadeira.
O meu pai ia todos os dias buscar-nos à escola. Na altura, naquela cidade daquele país de África, as nossas aulas começavam às sete da manhã e terminavam à uma da tarde. Às cinco da tarde já não se via o sol. Deitarmo-nos um bocadinho depois das oito, só em dias de festa.
Ia buscar-nos e levava-nos a passear um pouco, enquanto o almoço estava quase-quase à nossa espera e ainda não. Perguntava-nos tudo sobre o nosso dia, ou melhor, a nossa manhã.
O meu irmão quis um ice cream, Podemos parar nos ice cream?”

Sobre o Autor

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M.C.Durmont


Este é o website sobre os livros de M.C.Durmont
M.C. Durmont é um pseudónimo.
Um dos meus pseudónimos como autor.
Leio desde os quatro anos, muito desde os oito e escrevo histórias desde os onze.
Vivo em Sintra, com a família e viajo, como verás...

A DOIS é o meu primeiro romance publicado.
Um romance que se te dirige directamente, leitor.
Fazes parte da dedicatória e dos agradecimentos.
E cujas personagens interagem umas com as outras e também contigo.
Para que te divirtas, no mínimo, tanto quanto me diverti ao escrevê-lo.

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